Não gosto do meu colega de trabalho

As relações no âmbito profissional, nem sempre são como gostaríamos que fosse, o que não se deve fazer é sair do emprego na primeira dificuldade como no caso de ser preciso trabalhar ao lado de uma pessoa na qual não se tem a menor simpatia, isso é muito comum dentro das empresas.

Quando se procura um emprego, não se sabe e nem se conhece as pessoas que compartilhará o horário de trabalho. É preciso encarar essa realidade de maneira adulta, sem ficar nutrindo pensamentos e impressões equivocadas que só irão causar desconforto.

Na maioria das vezes, o que acontece é um mal entendido, isso mesmo; ao olhar para o novo colega de trabalho e pensar na frase clássica ” não fui com a cara dele”, o que pode estar acontecendo é que, ao olhar para aquela pessoa, seja homem ou mulher, o subconsciente, identificou algo que remete a lembrança, ainda que remota, de alguém que não se tem a menor simpatia ou mesmo de uma pessoa que tenha gerado uma má impressão ou até um desafeto, quem sabe; de modo que ao olhar para esse novo companheiro de jornada de trabalho, possa sentir um certo desconforto, vamos chamar assim.

Independente do que se tenha sentido ou da impressão que o outro lhe causou, deve-se perguntar se só por isso vale deixar o emprego, pior ainda se demorou para consegui-lo. Na maioria das vezes, o fantasma da antipatia foi gerado apenas por uma idéia vazia no primeiro olhar.

O melhor a fazer nessas situações, é olhar para o outro entendo com lógica que assim como o patrão lhe contratou, tem todo o direito de contratar quem quiser e pense que não é preciso que o seu colega de trabalho seja seu amigo íntimo, o importante é trata-lo com cordialidade, não fazer comentários com os demais funcionários sobre o que sente e procurar observar os pontos positivos com clareza.

Muitos fazem do trabalho um campo de guerra entrando numa agressão imaginária passiva sem nenhum motivo e transformando as horas de trabalho em um sacrifício por não conseguir se relacionar com o suposto desafeto.

Ora, as relações de trabalho devem ser tratadas como relação profissional, claro que há pessoas com as quais se desenvolve uma relação afetiva de amizade que pode se estender para fora dos muros empresariais, mas isso tem que acontecer naturalmente.

Se com o passar do tempo, continuar tendo ao seu lado um colega de trabalho que não se enquadra nos seus padrões, não tem problema, trate-o com total respeito, ética e cordialidade, essa postura em nenhum momento significa ausência de sinceridade e sim, de uma pessoa adulta, bem definida que entende perfeitamente que isso não afetará a sua jornada de trabalho, ao contrário, prova que se trata de uma pessoa bem resolvida.

 

 


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