Entenda a crise nuclear no Japão

O terremoto no Japão causado no dia 11 de março alcançou 9 graus de magnitude e é considerado o maior desastre natural do Japão e o quarto do mundo. Mas o problema maior é a questão da radioatividade,  já que o vazamento da usina nuclear Fukushima liberou partículas radioativas em um raio de 20 quilômetros.

O problema é que atingiu uma área onde havia 20 reatores operando. Com a queda de energia 11 reatores pararam de funcionar, mas geradores ligaram o sistema de refrigeração. Mesmo assim três geradores não funcionaram e o problema é que continuou-se emitindo radiação que produzem calor.

No primeiro reator uma explosão danificou o teto e a segunda parede de contenção do prédio, o reator 2 também danificou uma parede e está emitindo fumaça e o reator 3 possui uma mistura de urânio com plutônio. Para evitar mais problemas técnicos evacuaram a área a 20 km e as pessoas em um raio de 40 km está sendo orientadas a manter a janela fechada para evitar que as partículas de radiação presentes no ar entre nas casas. Outra medida que está sendo adotada é jogar água do mar nos reatores pois a água esfria os reatores e evita novas explosões. No outros reatores foram feitos furos para a liberação do oxigênio para impedir explosões.

Embora se tenha a preocupação de que os níveis de radiação aumentem, se uma grande quantidade de radiação não for liberada então não haverá grandes preocupações pois até o momento os níveis de radiação estão no mesmo nível que antes do acidente. Infelizmente água e alimentos estão contaminados pois a chuva e a neve que caem na região levam as partículas de radiação presentes no ar para o solo.

Com o desastre a usina será desativada. Estima-se que o prejuízo seja de bilhões.

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