A Trajetória do Rock – parte VII

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O sucesso do Rock nos Estados Unidos

Em 1955 o rock já dominava as paradas de sucesso em todo os Estados Unidos, era uma febre que deixava o bom senso da família em polvorosa, os lideres religiosos condenavam e o chamavam de música do demônio, e os seus ouvintes, de seguidores do diabo.

A grande maioria dos jovens estava aprendendo a tocar aquele estilo de música e a se vestir como os ditos marginais rebeldes da época.

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Mas se nos Estados Unidos o rock era uma febre, na Inglaterra ainda estava bastante desconhecido, já que o ritmo empolgante da juventude inglesa era chamado de skiffe, que era bem mais simples de tocar do que o rock, por isso conjuntos de garagem começaram a brotar por todas as partes da Inglaterra.

Mas quando a música heartbreak hotel, de Elvis Presley, começou a estourar na Inglaterra, esses mesmos jovens desinteressados acabaram levando um verdadeiro choque elétrico,  já que o estilo de Elvis, com seu famoso rebolado, seus gestos provocantes e seu ar de rebeldia foram rapidamente incorporados pelos jovens da classe média urbana da Inglaterra, que começaram a se ver indiferentes a velhos conceitos de comportamento e valores tradicionais.

Rádios abrem espaço para o novo ritmo

Daí em diante começava o que os teóricos mais antenados chamariam de conflitos de gerações. E assim o rock americano começava a ganhar espaço nas rádios inglesas, quebrando por completo todos os preceitos religiosos e filosóficos que até então predominavam na cultura da terra da rainha, jovens com brilhantina no cabelo, usavam penteados com topetes imensos, jaquetas de couro pretas, sapatos sociais bicudos engraxados ao extremo e muito uso de cigarro e álcool. Surgia assim uma nova tribo na Inglaterra, que ficariam conhecidos como greasies.

Novo estilo musical conquista  jovens

O estilo de Elvis Presley conquistava de vez a mente dos garotões da Inglaterra, que começavam a se espalhar aos montes, levando centenas de pais ao desespero, pois não tinham mais sossego com os filhos. Os Teddy boys tornaram-se as ovelhas negras da tradicional famílias britânica e sinalizavam uma revolta que não hesitava em usar da violência quando tinha necessidade de se afirmar ou  impor respeito.

Para completar o desgosto das famílias conservadoras, os Teddy boys desenvolveram uma nova linguagem, cheia de gírias, perceptível somente para quem eram iniciado no dito movimento, aumentando a distancia entre a sua geração e a de seus pais, daí o dizer conflitos de gerações.

 

 

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