Usando a comunicação como ferramenta de sucesso

Usando a comunicação

“Comunicação é sobrevivência. Quando ouvimos de alguém a frase ‘não quero mais falar com você’ é como se o outro nos matasse, nos tirasse do mapa”. A afirmação da fonoaudióloga e consultora de comunicação humana, Mara Behlau, que proferiu a palestra “Comunicação como ferramenta de sucesso” no primeiro dia da Career Fair, mostra a influência dessa habilidade nas vidas das pessoas.

Isso porque a comunicação funciona o tempo todo como um seletor de pessoas. A partir do padrão de comunicação, o que inclui a fala e também a expressão corporal, conseguimos detectar classe social, conhecimentos e hábitos de nossos interlocutores e assim definir qual será nosso nível de relação com eles.

No ambiente de trabalho não é diferente. A comunicação se dá de forma diferente de acordo com os grupos e as profissões. “Médicos têm uma forma própria de conversar entre si, assim como professores ou advogados. Além disso, encontrar alguém que exerce a mesma atividade e fala a mesma linguagem é algo que nos agrada, porque sabemos que o padrão de comunicação será o mesmo”, explicou Mara.

Regras para empregar bem o poder da comunicação

A partir de alguns padrões gerais de comunicação que transmitem vários estados do ser humano, a palestrante mostrou como desenvolver a competência comunicativa sem perder a naturalidade. Veja:

1. Negociação. Segundo os padrões, tons mais graves de voz revelam um clima triste e seriedade, enquanto tons agudos denotam alegria e surpresa. Falar muito forte é sinal de invasão e muito fraco, de insegurança. Numa negociação, para mostrar disponibilidade é preciso modular a voz de acordo com o momento. Quem não varia o tom demonstra rigidez.

2. Articulação. A forma de pronunciar as palavras e expor as idéias diz muito sobre nós. Articulação clara é sinônimo de clareza de idéias; articulação imprecisa, de desinteresse e desorganização e articulação excessiva significa narcisismo. “Algumas pessoas têm ótimo currículo mas não se destacam porque não se comunicam com clareza”, alertou Mara.

3. Estilo do falante. O segredo aqui é adequar-se ao modelo de comunicação do outro, para criar empatia. Quando o estilo de transmissão das mensagens é agradável e amigável, a pessoa é geralmente fácil de lidar, porém difícil de negociar. Os analíticos e reflexivos precisam de números, fatos, provas convincentes para estabelecer a relação com o interlocutor. Diante dos autoritários e controladores, Mara sugere deixar sentirem que eles têm o domínio da situação e com os expressivos e narcisistas use a tática do holofote: deixe que se sintam o máximo.

 


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