Planejando o futuro

Planejamento pessoal

Esta pode parecer mais um daqueles textos de final de ano, mas não é nesse caminho tradicional que pretendo escrever. Em finais de ano, as entrevistas concedidas por economistas, por exemplo, sempre apresentam as mesmas condutas pessoais a serem seguidas sobre planejamento financeiro, usos do 13º salário e pagamento de tributos. Muitos programas de televisão retratam de forma piegas o natal, a passagem de ano e a “confraternização”, mas é preciso ir além desse repertório.

Isso não muda nossa vida. O potencial de mudança está dentro de nós mesmos. Levando-se em conta o foco deste site, gostaria de levar o leitor a analisar alguns aspectos importantes sobre o emprego e a empregabilidade, e que, diante dessas informações, possa pensar e planejar o futuro de uma forma mais crítica e criativa.

Qualquer que seja seu estágio profissional, lembre-se, tudo irá mudar. A mudança acontece independentemente de nossa concordância e há sempre uma tendência em buscar a preservação da situação momentaneamente favorável.  É nesse sentido que a mudança está dentro de nós. Se há uma idolatria sobre as coisas como estão, não perceberemos e nem estaremos preparados para a mudança.

Nas organizações, por exemplo, os mais diversos tipos de conflitos surgem simplesmente quando muitos profissionais sentem a possibilidade de perder o status, a mesa, a sala… Isso demonstra que o novo incomoda muitas pessoas. O novo nos mostra que devemos abrir mão de muitas coisas que introjetamos como nossa. Isso de fato pode incomodar muita gente. Há ainda mais ironia em perceber que existem aqueles que consideram o objeto como parte de si mesmos…

 

Outro aspecto importante é que o trabalho da forma como está constituído atualmente mudará significativamente, portanto nosso planejamento pessoal deve levar em conta as tendências. Devemos agir com antecipação, e não atender apenas às demandas do momento.

Claro que quando o colaborador introjeta positivamente a imagem da organização, ele acaba reproduzindo as idéias de sua empresa em suas relações pessoais e profissionais e pode desenvolver suas atividades de forma mais intensa. Porém, por mais que se invistam na valorização dos profissionais de uma empresa, negócios são negócios. Os talentos são necessários para a empresa, mas se a empresa não estiver bem financeiramente, ninguém da diretoria perguntará se você já acabou de pagar o financiamento do automóvel para poder proceder à sua demissão.

Esqueça a idéia de que as empresas são benevolentes, pois nas organizações mais competentes o que prevalece é a reciprocidade. Portanto, a empresa não lhe pertence, ao menos que você seja o dono. Lembre-se, se você possui talentos necessários para uma empresa, você está empregado, e se seus talentos são importantes para inúmeras empresas, você é empregável.

 


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