Os Segredos do Ioga para proporcionar o Bem-Estar Físico e Mental

A palavra Ioga vem do sânscrito e quer dizer “unir”, “controlar”, “adequar”, “preparar”, “trabalho”, “aplicação” ou “junjir”, ou seja, ele é uma técnica com a qual o homem, através da meditação, consegue controlar a sua mente e o seu corpo, unindo-o ao universo. Originário da Índia, o Ioga associa as práticas meditativas do budismo e do hinduísmo.

Há várias linhas do Ioga no mundo, mas elas não são divergentes, só usam caminhos diferentes para alcançar o mesmo objetivo: a união com o universo. As escolas mais antigas usam métodos mais técnicos enquanto as mais novas preferem o espiritualismo.

As linhas iogues mais conhecidas são: Bhakti Yoga, Iyengar Yoga, Ashtanga Vinyasa Yoga, Hatha Yoga, Karma Yoga, Kriya Yoga, Raja Yoga, Vidya Yoga, Siddha Yoga, Kundalini Yoga e Tantra Yoga.

Objetivos

O Ioga é uma filosofia e, com ela, os praticantes pretendem chegar ao verdadeiro auto-conhecimento. Ele pede apenas por uma auto-análise para se chegar à verdade absoluta, portanto, não é preciso acreditar em nenhuma religião e muito menos em um ser sobrenatural. O Ioga permite a transformação da consciência humana em consciência divina, ou seja, no momento em que o homem entra em sintonia com o universo, ele se torna um “deus”.

Outro objetivo do Ioga é chegar à Perfeição. Porém, a perfeição é subjetiva, cada um crê em uma perfeição. Para os iogues, perfeição é sentir-se bem consigo mesmo, não há paradigmas ou preconceitos para serem seguidos. O bem-estar pessoal é o mais importante, contanto que não cause males a outras pessoas e ao meio-ambiente.

A posição meditativa é a mais famosa do Ioga

A posição meditativa é a mais famosa do Ioga

A Meditação

Para encontrar essa perfeição, é necessário chegar à conscientização que é alcançada através da meditação. Na meditação, a pessoa deve abster-se de todos os pensamentos, juntando-se ao universo. O mantra “Om” é sempre repetido porque ele é o som do universo.

Para isso, é preciso estar sempre atento para observar a si mesmo e ao ambiente em que está inserido. O iogue é uma pessoa muito crítica para poder analisar e predeterminar o seu comportamento.

E essa meditação não se aprende de um dia para o outro, é com a prática que se consegue chegar ao ponto máximo da consciência. É o amadurecimento interior que fará esse momento acontecer, não é possível aprender lendo livros ou sites da internet, é a experiência que transforma a pessoa.

Para entrar em estado meditativo, deve-se livrar de todos os pensamentos e sentir o seu organismo se movimentar: a respiração, os batimentos cardíacos, os poros cutâneos…, é preciso sentir toda a essência do ser humano.

Para tanto, a respiração correta é essencial. Deve-se sentir o ar passar pelas narinas, encher os pulmões, irrigar a corrente sanguínea e sair. Esse aprendizado é feito lentamente, com muito exercício. Porém, a partir dele, é possível conscientizar-se de estar vivo, que é o melhor presente dado pela natureza.

Símbolo do OM, o som do Universo

Símbolo do OM, o som do Universo

Posturas Iogues

As posturas  iogues são praticadas para que o homem tenha domínio sobre o seu corpo através da mente. A partir do momento em que ele domina o seu pensamento, o seu organismo também estará sob o seu domínio. É por isso que os iogues fazem posições tão difíceis sem sentirem dores. Eles possuem o controle da mente.

Posturas iogues: domínio da mente sobre o corpo

Posturas iogues: domínio da mente sobre o corpo

Benefícios

Com a prática da ioga, é possível dominar a mente e, portanto, várias doenças no organismo. Ela traz muita paz e sabedoria aos seus praticantes, pois eles ficam conscientes em relação ao mundo e à sua própria vida.

 


Colunista
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3 total comments on this postComente!
  1. Infelizmente este texto tem tantos erros que é difícil começar a comentá-lo. Segue um comentário apenas da primeira parte:

    1) «A palavra Ioga vem do sânscrito e quer dizer “unir”, “controlar”, “adequar”, “preparar”, “trabalho”, “aplicação” ou “junjir”»:
    Yoga vem de «yuj», que significa fundir, unir. Mas, logicamente, não se trata de qualquer fusão, qualquer união. Trata-se de obter um estado de unidade das forças opostas.

    2) «ele é uma técnica com a qual o homem, através da meditação, consegue controlar a sua mente e o seu corpo, unindo-o ao universo.»:
    A idéia de união com o universo está correta, mas a de controlar a mente e o corpo, não, principalmente se imaginarmos que a meditação é que levará a algum tipo de «controle». Comecemos pelo fato de que meditação é um termo muito ruim: a meditação tal como as pessoas a compreendem modernamente pode ser sinônimo de samyama ou de qualquer um dos três estágios de samyama (dharana, dhyana, samadhi). Em seguida, há o fato de que o «controle» mental obtido através da meditação não é um objetivo, mas um efeito apenas. Por fim, o controle corporal não é obtido através da meditação (embora ela possa ajudar neste processo).

    3) «Originário da Índia, o Ioga associa as práticas meditativas do budismo e do hinduísmo.»:
    De todos os trechos, este foi o mais biruta de todos. Primeiro: budismo no yoga?!? Como, se a tradição do yoga é anterior ao budismo? Segundo: esqueça «hinduísmo»; isto é uma invenção do ocidente, para facilitar a compreensão do caldeirão de tendências e orientações espirituais da Índia. Por exemplo, realmente não dá para colocar no mesmo pacote tradições como o Tantra e o Vedanta.

    4) «Há várias linhas do Ioga no mundo, mas elas não são divergentes, só usam caminhos diferentes para alcançar o mesmo objetivo»:
    Nem tudo que recebe o nome de yoga merece este nome. Se tomarmos Patañjali como ponto de partida, fica fácil compreender isso. Patañjali define o yoga como «a manifestação do Eu Real», decorrente da «cessação das oscilações da mente» — uma óbvia referência à prática de samadhi. Nem tudo que recebe o nome de yoga hoje em dia — sobretudo os sistemas modernos — dedica-se ao estudo e à prática de samadhi. Aliás, há vários sistemas de «yoga» em que samadhi sequer é mencionado.

    5) «As escolas mais antigas usam métodos mais técnicos enquanto as mais novas preferem o espiritualismo.»
    O que isto quer dizer? O que são «métodos mais técnicos»? E o que significa preferir o espiritualismo? Novamente, a tradição lida à luz dos conceitos modernos, que mais confundem do que esclarecem.

    6) «As linhas iogues mais conhecidas são: Bhakti Yoga, Iyengar Yoga, Ashtanga Vinyasa Yoga, Hatha Yoga, Karma Yoga, Kriya Yoga, Raja Yoga, Vidya Yoga, Siddha Yoga, Kundalini Yoga e Tantra Yoga.»
    Aqui a coisa toda obviamente ficou pior. Realmente não dá para colocar esses sistemas todos na mesma lista sem observá-los um por um e saber exatamente i) o que eles propõem, ii) o que fazem e iii) a que resultados chegam. Sem isso, é impossível entender os sistemas antigos e os modernos. E, antes disso, claro, é necessário saber se se trata de um sistema ou de um outro uso do termo «yoga».

    Todos os sistemas que usam técnicas corporais e energéticas tais como asana e pranayama são em algum grau derivações do Hathayoga. Por serem derivações, nem sempre mantiveram o propósito original do Hathayoga, tal como expresso nos Yoga Sutras (prática de samadhi) e reafirmado pelos nathas, que criaram o Hathayoga. É o caso do Iyengar Yoga (sistema de fisioterapia), do Ashtanga Vinyasa Yoga (sistema de ginástica), do Vidya Yoga e do Kundalini Yoga. Os dois primeiros, particularmente, na melhor das hipóteses, são aquilo que os hathayogis chamariam de sukshma vyayama, um sistema de ginástica sutil, cujo propósito é preparar o corpo para a prática dos asanas.

    Raja Yoga é uma das expressões mais mal compreendidas que eu já vi no universo do yoga. Raja Yoga não é um sistema ou linha. Ela aparece com freqüência nas escrituras do Hathayoga; trata-se do «estado de yoga», ou seja, sinônimo de moksha. Se traduzirmos a expressão encontramos «yoga real» (real no sentido de «royal», relativo a rei). O problema é que, na passagem do séc. XIX para o séc. XX, graças à aversão que alguns professores tinham pelos métodos ascéticos (mormente ligados ao Hathayoga e erroneamente associados ao faquirismo), tentou-se deduzir do texto de Patañjali um sistema disciplinar. A este sistema deu-se o nome de Raja Yoga. Só que: i) Raja Yoga continuou sendo sinônimo de samadhi, já que as escrituras do Hathayoga não foram apagadas; ii) mesmo com os oito passos mencionados por Patañjali, de seu texto não é possível deduzir um sistema prático sem recorrer a uma grande dose de liberdade (de interpretação e de criação).

    Karma Yoga não é exatamente uma linha ou sistema, mas uma forma de abordar o yoga, que privilegia os atos em vez da devoção, que constitui a essência de Bhakti Yoga, e do conhecimento, ou o estudo filosófico, que constitui a essência de Jñana Yoga. Aqui costuma haver ainda mais confusão. Como Karma Yoga refere-se a ações de um modo geral, a ele se associa ações tão diferentes como a prática do Hathayoga e a prática da caridade social. Estes três «yogas», no entanto, não são linhas, mas «abordagens» ou «ênfases» que se combinam. Não é à toa que estes três termos aparecem reunidos no Bhagavad Gita: toda e qualquer pessoa dispõe dos atributos necessários para realizar ações, para empreender o estudo filosófico e para exercitar sua devoção.

  2. Como meu comentário anterior não foi publicado, eis o ‘repost’. Se houver qualquer dúvida ou crítica em relação ao que escrevi aqui, por favor pergunte e manifeste-se em vez de simplesmente apagar o que escrevi.

    Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o que exponho abaixo não é «minha opinião» ou «minha verdade». O que exponho abaixo nada mais é do que a reprodução do que me foi transmitido por meu guru — conhecimentos que têm sido perpetuados desde a Idade Média, devidamente documentados e constantemente reafirmados por mestres yogis genuínos, na Índia e em outras partes do mundo.

    Obrigado.

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    Infelizmente este texto tem tantos erros que é difícil começar a comentá-lo. Segue um comentário apenas da primeira parte:

    1) «A palavra Ioga vem do sânscrito e quer dizer “unir”, “controlar”, “adequar”, “preparar”, “trabalho”, “aplicação” ou “junjir”»:
    Yoga vem de «yuj», que significa fundir, unir. Mas, logicamente, não se trata de qualquer fusão, qualquer união. Trata-se de obter um estado de unidade das forças opostas.

    2) «ele é uma técnica com a qual o homem, através da meditação, consegue controlar a sua mente e o seu corpo, unindo-o ao universo.»:
    A idéia de união com o universo está correta, mas a de controlar a mente e o corpo, não, principalmente se imaginarmos que a meditação é que levará a algum tipo de «controle». Comecemos pelo fato de que meditação é um termo muito ruim: a meditação tal como as pessoas a compreendem modernamente pode ser sinônimo de samyama ou de qualquer um dos três estágios de samyama (dharana, dhyana, samadhi). Em seguida, há o fato de que o «controle» mental obtido através da meditação não é um objetivo, mas um efeito apenas. Por fim, o controle corporal não é obtido através da meditação (embora ela possa ajudar neste processo).

    3) «Originário da Índia, o Ioga associa as práticas meditativas do budismo e do hinduísmo.»:
    De todos os trechos, este foi o mais biruta de todos. Primeiro: budismo no yoga?!? Como, se a tradição do yoga é anterior ao budismo? Segundo: esqueça «hinduísmo»; isto é uma invenção do ocidente, para facilitar a compreensão do caldeirão de tendências e orientações espirituais da Índia. Por exemplo, realmente não dá para colocar no mesmo pacote tradições como o Tantra e o Vedanta.

    4) «Há várias linhas do Ioga no mundo, mas elas não são divergentes, só usam caminhos diferentes para alcançar o mesmo objetivo»:
    Nem tudo que recebe o nome de yoga merece este nome. Se tomarmos Patañjali como ponto de partida, fica fácil compreender isso. Patañjali define o yoga como «a manifestação do Eu Real», decorrente da «cessação das oscilações da mente» — uma óbvia referência à prática de samadhi. Nem tudo que recebe o nome de yoga hoje em dia — sobretudo os sistemas modernos — dedica-se ao estudo e à prática de samadhi. Aliás, há vários sistemas de «yoga» em que samadhi sequer é mencionado.

    5) «As escolas mais antigas usam métodos mais técnicos enquanto as mais novas preferem o espiritualismo.»
    O que isto quer dizer? O que são «métodos mais técnicos»? E o que significa preferir o espiritualismo? Novamente, a tradição lida à luz dos conceitos modernos, que mais confundem do que esclarecem.

    6) «As linhas iogues mais conhecidas são: Bhakti Yoga, Iyengar Yoga, Ashtanga Vinyasa Yoga, Hatha Yoga, Karma Yoga, Kriya Yoga, Raja Yoga, Vidya Yoga, Siddha Yoga, Kundalini Yoga e Tantra Yoga.»
    Aqui a coisa toda obviamente ficou pior. Realmente não dá para colocar esses sistemas todos na mesma lista sem observá-los um por um e saber exatamente i) o que eles propõem, ii) o que fazem e iii) a que resultados chegam. Sem isso, é impossível entender os sistemas antigos e os modernos. E, antes disso, claro, é necessário saber se se trata de um sistema ou de um outro uso do termo «yoga».

    Todos os sistemas que usam técnicas corporais e energéticas tais como asana e pranayama são em algum grau derivações do Hathayoga. Por serem derivações, nem sempre mantiveram o propósito original do Hathayoga, tal como expresso nos Yoga Sutras (prática de samadhi) e reafirmado pelos nathas, que criaram o Hathayoga. É o caso do Iyengar Yoga (sistema de fisioterapia), do Ashtanga Vinyasa Yoga (sistema de ginástica), do Vidya Yoga e do Kundalini Yoga. Os dois primeiros, particularmente, na melhor das hipóteses, são aquilo que os hathayogis chamariam de sukshma vyayama, um sistema de ginástica sutil, cujo propósito é preparar o corpo para a prática dos asanas.

    Raja Yoga é uma das expressões mais mal compreendidas que eu já vi no universo do yoga. Raja Yoga não é um sistema ou linha. Ela aparece com freqüência nas escrituras do Hathayoga; trata-se do «estado de yoga», ou seja, sinônimo de moksha. Se traduzirmos a expressão encontramos «yoga real» (real no sentido de «royal», relativo a rei). O problema é que, na passagem do séc. XIX para o séc. XX, graças à aversão que alguns professores tinham pelos métodos ascéticos (mormente ligados ao Hathayoga e erroneamente associados ao faquirismo), tentou-se deduzir do texto de Patañjali um sistema disciplinar. A este sistema deu-se o nome de Raja Yoga. Só que: i) Raja Yoga continuou sendo sinônimo de samadhi, já que as escrituras do Hathayoga não foram apagadas; ii) mesmo com os oito passos mencionados por Patañjali, de seu texto não é possível deduzir um sistema prático sem recorrer a uma grande dose de liberdade (de interpretação e de criação).

    Karma Yoga não é exatamente uma linha ou sistema, mas uma forma de abordar o yoga, que privilegia os atos em vez da devoção, que constitui a essência de Bhakti Yoga, e do conhecimento, ou o estudo filosófico, que constitui a essência de Jñana Yoga. Aqui costuma haver ainda mais confusão. Como Karma Yoga refere-se a ações de um modo geral, a ele se associa ações tão diferentes como a prática do Hathayoga e a prática da caridade social. Estes três «yogas», no entanto, não são linhas, mas «abordagens» ou «ênfases» que se combinam. Não é à toa que estes três termos aparecem reunidos no Bhagavad Gita: toda e qualquer pessoa dispõe dos atributos necessários para realizar ações, para empreender o estudo filosófico e para exercitar sua devoção.

  3. Meu filho, quanta bobagem… arruma isso senão vou te garantir mais 1milhão de encarnações como um eunuco de harem…

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