Comportamento:Como inspirar confiança

O ciclo da confiança

Agora, vamos falar sobre inspirar confiança, que nos coloca em outro ciclo: “confio em mim, confio no outro e o outro confia em mim”.

É nesse ponto que a ligação entre o tema “confiança” e a ascensão profissional ficará absolutamente clara para você. Lógico: se o progresso na carreira significa assumir responsabilidades cada vez maiores, precisamos inspirar confiança nos outros para que eles nos encarreguem dessas responsabilidades. E isso só é possível na medida em que confiamos em nós mesmos e em nossa capacidade de assumi-las. Percebe como tudo se encaixa?

Bem, você pode ser um profissional muito autoconfiante, mas de qualquer forma precisa ser capaz de inspirar confiança nos outros por meio de suas atitudes. Eis aqui algumas que, sem dúvida, são muito importantes:

Coerência: Tem gente que defende determinados pontos de vista ou comportamentos com toda convicção, mas na hora de colocá-los em prática a história é bem outra… É a velha história do “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”, que, realmente, não dá para levar a sério. A coerência entre o que você fala e faz é fundamental quando se trata de inspirar confiança.

Integridade: Há quem a considere um sinônimo de honestidade, caráter firme e retidão; para mim, o conceito vai um pouco além disso. Integridade é também ter princípios sólidos e manter-se fiel a eles, aconteça o que acontecer. Por exemplo, uma pessoa que tem a franqueza como princípio e não deixa de dizer o que acha, mesmo que todo mundo discorde – ou mesmo que o chefe pense diferente – está sendo íntegra. Ela não é bajuladora, nem “maria-vai-com-as-outras”, nem falsa: é integra.

Transparência: A maioria das pessoas entende que ser transparente é agir às claras. Eu acrescentaria que não apenas as ações devem ser claras, mas as intenções também. Ou será que alguém que age às vistas de todos, mas tem intenções ocultas pode ser considerado transparente? O mesmo vale para os motivos das ações: quem age de determinada forma, mas não explica seus motivos quando isso lhe é pedido, também não está sendo transparente. O fato é que, se os outros percebem que você tem algo a esconder, não confiam completamente em você.

Justiça: Não se espera que a pessoa justa seja capaz de favorecer alguém em prejuízo de outros, tome decisões unilaterais, tente levar vantagem ou seja tendenciosa. Espera-se, sim, que ela reconheça e respeite os direitos alheios, seja ponderada nas ações e imparcial nas decisões. A pessoa justa é percebida, afinal, como alguém equilibrado e de bom-senso, e isso inspira confiança.

 

 


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