Comportamento: Desilusão ou Ilusão?

Ilusão ou desilusão, qual a diferença?

O estado de tristeza causa mesmo dor, uma dor não palpável que dói na alma, no interior. Essas dores emocionais, dependendo da intensidade e do tempo em que o indivíduo sofre, pode se tornar um transtorno psicológico
com vistas para a depressão. É por isso que quando não mais se sente com forças, ou melhor; quando se iniciam as perdas, é importante buscar ajuda profissional.

Quando falamos em perdas, não necessariamente estão relacionadas a um ser querido, também são consideradas perdas quando a pessoa tem dificuldades para seguir o rumo de sua vida como trabalhar, namorar, estudar, se relacionar com os amigos, cuidar da higiene pessoal e do lar, enfim, com o tempo tornam-se perdas. Entenda; é bem diferente da preguicinha de que não quer fazer o hoje.

Focando no título do artigo, tendemos em sofrer muito com a desilusão, em muitos casos, para quem se desilude, é parecido com o sentido da traição, por isso dói e faz sofrer.

Ás vezes se deposita tanta confiança em alguém, acreditando que seria a última pessoa a falar mal, no caso de um amigo, de contar para os outros uma conversa que foi confidenciada, que ao tomar conhecimento que a
confiança foi partida, fica-se pensando em como pôde ter confiado tanto em alguém assim. Ou um companheiro (a) que recebeu tanta dedicação, que sempre fez tudo para agradar e descobre que ele (a) tem ou teve uma relação sexual com outra pessoa.

A pessoa se sente traída, independente da situação. Dentre as citadas existem muitas outras, ficar se perguntando o que fez para merecer tamanha ingratidão, ou então, como foi confiar tanto em alguém sem moral, ou
ainda, como não notou nada. Essa última linha de pensamento é a pior, pois está seguindo pela linha da raiva passiva, se cobrando por não ter sido mais esperto (a), digamos assim.

emoções

Vamos entender melhor desilusão e ilusão

A desilusão é filha da ilusão, sim, isso mesmo. Quando nos desiludimos é porque geramos uma expectativa, às vezes em excesso, quanto ao outro de que ele (a) é uma pessoa bacana, que como oferecemos algo, à volta,
embora não se planeje nada, será da mesma forma. Por muitas vezes, a pessoa dá indícios que não é assim mas pelo envolvimento afetivo, acaba-se por acreditar  que o nível de amizade, fidelidade
ou seja lá o que for, será no mesmo patamar que damos.

Ninguém está livre de passar pela desilusão, nem deve vestir uma armadura emocional para não se desiludir. O desejável é não transformar ninguém em seu modelo de ideal, entendendo que o ser humano é falível e que se
um dia, se  essa pessoa que confiamos nos fizer sofrer, é porque não estava pronto para uma amizade ou uma relação mais fortalecida pela confiança.

Quanto ao sofrer, pequenas renúncias e tristezas, fazem parte da trajetória de todos, a diferença é que como nos comportamos diante desses percalços, buscando mecanismos para reestabelecimento do equilíbrio e assim
seguir feliz, fazendo novas amizades e dando e dando novas oportunidades para o amor.

Viva feliz!

 


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