Azerbaijão e Brasil, Relações Bilaterais

A distância geográfica não é uma barreira para Azerbaijão e Brasil que encontraram motivos para manter uma relação cada vez mais próxima. Países de continentes distintos perceberam que a pluralidade de cultura, arte e crenças passam a ter importância ímpar quando se refere a crescimento pessoal através das relações bilaterais.

Azerbaijão está localizado entre a Europa e Ásia, cuja capital é Baku. É um país com várias influências soviéticas e que recebe visitantes de todo o mundo, principalmente de indianos e persas que procuram a “Terra do Fogo”. O Azerbaijão ficou conhecido assim pela geologia irreverente, com depósitos de gás natural que com o passar dos séculos criaram fissuras onde constantemente, surgi o fogo surpreendente. O fenômeno é visto por diversos povos como uma manifestação de deuses, e os turistas viajam grandes distâncias para chegar ao país e fazerem oferendas.

Tendo mais de 90% da população mulçumana, o Azerbaijão contém características bem distintas do povo brasileiro que em sua maioria é católico. A religião é determinante para distanciar os dois países, tendo muito que um aprender com o outro. Respeitando as diferenças, as crenças e rituais tornam-se um ponto favorável para se expressar a cultura e outros fatores como o vestuário, as rotinas de devoção e motivações espirituais.

Brasil é um país tropical, de povo alegre e caloroso. Com várias influências religiosas e consequentemente, uma mistura grande de credos e expressões. O clima tropical evidencia a moda desnuda, o calor nas danças folclóricas e o jeito tão despojado e despretensioso.  Conhecido internacionalmente pelo bom desempenho no futebol, a fama da alegria conquista outras nacionalidades que são bem recebidas pelas pessoas e encantados pelos paraísos naturais em toda extensão do país.

O brasileiro por si só é motivado internamente pelas questões particulares, é guerreiro e disposto a enfrentar os obstáculos que estiverem por perto para alcançar os objetivos. Desta maneira, detém o anseio necessário e a formação acadêmica para conquistar seus ideais, uma vez que tem sido crescente e significativo o índice de jovens cursando e concluindo o ensino superior.

O relacionamento entre os países é de muita vantagem para ambos os povos que trocam experiências sob diversos âmbitos, principalmente no que se refere às técnicas e estratégias no turismo. O Azerbaijão exala uma grande riqueza, destacada na capital do país, provinda do comércio do petróleo. Consequentemente, seu comércio nada perde para os grandes centros urbanos da Europa. Os jovens em sua maioria, dedicam-se ao aprendizado de várias línguas como o inglês e o francês. Essa pluralidade de informações e experiências ganha importância, ainda que com objetivo não comercial, quando em contato com o brasileiro que vive entre o contraste e sonha com os moldes europeus, por tê-los enraizados desde o período colonial.

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Os dois países trazem na bagagem histórias de superação, da necessidade de se reafirmarem diante dos países próximos. Além disso, aplicaram grandes investimentos recentes no setor turístico. Isso mostra o interesse pela rede hoteleira, pela receptividade e pelo foco nos visitantes para aumentar a economia interna. Movimentar a renda do país com o campo do turismo é uma alternativa desafiadora, pois é o mesmo que manter-se em evidência positiva com as relações externas, ao passo que conquista a confiança dos empresários e comerciantes locais.

As relações bilaterais visam à transparência do conhecimento, ou seja, a tradução das práticas que deram certo ou nem tanto e a possibilidade de contato com uma história distante de sua própria realidade. Com o relacionamento todos os lados só têm a ganhar. Conhecer o êxito do outro e entender certos mecanismos governamentais, torna mais fácil a determinação de metas e o planejamento rumo à conquista almejada.

O objetivo é ampliar a área do saber e não somente as relações internacionais. É traçar um acordo de união e bem estar, para que cada um usufrua dos melhores benefícios prováveis. Azerbaijão e Brasil têm muitos aspectos em comum e os dois países buscam o crescimento, a dilatação comercial e a imposição da economia nas conexões internacionais.

Abrir a portas para a diferença é reconhecer a importância e a verdade do outro ainda que tão distante da sua. É desprender os olhos de suas qualidades (o que você sabe fazer de melhor) e até mesmo dos problemas, para encarar o desafio de aprender com uma nova cultura quais os passos possíveis para o sucesso.

Aplicando este conceito ao âmbito internacional, significa dizer que o encontro com povos tão diferentes, pode ser ricamente aproveitado. Exige que não seja criado a barreira do pré-conceito. Cada país deve reconhecer que as limitações e vitórias não estão paralelamente ligadas à características isoladas. A troca de informações poderá se tornar útil se ambos não julgarem superioridade em relação ao outro e considerar o mercado com suas particularidades.

A juventude tão “antenada” que mostra a possível proximidade através da tecnologia, encontra uma oportunidade de expressar sua cultura materna pessoalmente, seja no traje, nas falas, nos pensamentos corriqueiros. As redes sociais são úteis para a extensão deste relacionamento incentivado pelo concurso, porém permanecem a sede pelo conhecimento, o respeito mútuo e a fantástica experiência de reconhecer os sentimentos semelhantes em povos que em um primeiro instante, muitos podem julgar tão longínquos.


Colunista
Escritora mineira, estudante de administração e empresária. É motivada por desafios e tem paixão por escrever.

Escreveu o livro "Fonte de Milagres":
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