Afinal o Que Nos Motiva?

Essa resposta é ao mesmo tempo pessoal e geral. Teorias acerca da motivação não faltam. Afinal este é um tema inerte a condição humana de homo sapiens. Foi a motivação que nos fez evoluir, sair da zona de conforto.

Afinal, o que nos motiva? (Foto: Reprodução)

Afinal, o que nos motiva? (Foto: Reprodução)

Motivação antes de mais nada, é a meu ver, a busca por motivos. Estes motivos são chamados de planos, sonhos, metas. Mas não deixam de serem motivos. Motivos pelo qual lutamos e empreendemos nossa força de vontade, nosso empenho, e nossa dedicação.

Encontrar estes motivos, que nos movem, é algo que em determinadas circunstâncias, por de mais complicado. Afinal somos seres únicos, com nossas particularidades. O que me motiva provavelmente não surte o mesmo efeito em você, nobre leitor.

Porém algumas características as pessoas motivadas tem em comum. O foco e a determinação em busca de seus objetivos é um ponto comum. A melhora constante também é figura certa na personalidade destas pessoas. E em todas as pessoas de sucesso que conheci, pessoalmente ou por livros ou filmes, estas características faziam parte de sua personalidade. Temos ainda outros fatores que nos motivam, como por exemplo um bom líder, o trabalho em equipe, o reconhecimento, e o desafio.

Diversos autores falaram sobre motivação, mas vou me ater a Maslow, com a pirâmide das necessidades.

A pirâmide das necessidades de Abraham Maslow, é provavelmente a teoria mais conhecida. Ela trata de uma hierarquia de necessidades, aonde o indivíduo irá primeiro satisfazer suas necessidades de sobrevivência para depois ir satisfazendo as demais.

Sendo assim temos primeiramente as necessidades fisiológicas de sobrevivência, que são as de conseguir água, alimento e ar puro. Após estas serem atingidas, temos as necessidades de segurança. Após esta ser atingida, temos as necessidades sociais, de amizades e tudo mais que estiver relacionado. Após isto temos as necessidades de auto-estima, de reconhecimento dos outros indivíduos.

Após satisfazer estas necessidades o indivíduo volta-se para as necessidades de auto-realização, até que estas sejam saciadas tanto quanto possível e este sinta-se realizado. Porém quando uma necessidade situada num nível inferior deixa de ser atendida, o indivíduo direcionará novamente sua motivação para esta, deixando as outras de nível superior serão deixadas de lado.

Temos inúmeras aplicações para esta teoria, em praticamente todos os ambientes sociais. Desde o ambiente familiar, até o ambiente de trabalho. Cabe a cada um de nós entendermos isto em nossas relações sociais. Afinal ninguém pode ser motivado no trabalho, em casa, na escola ou em qualquer ambiente, se não dispõe de necessidades básicas sanadas. Assim sendo cabe a você ser mais compreensivo antes de julgar seu semelhante.


Colunista
Sandro Lenzi, professor de educação física na rede municipal de Indaial Santa Catarina, autor do blog, somniacoach.blogspot.com, colunista dos sites timbonet.com.br, e acontecendoaqui.com.
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